Penso, logo existo...e visto


SURPREENDER

 “Aquilo que não é ligeiramente disforme tem ar insensível; de onde se segue que a irregularidade, ou seja, o inesperado, a surpresa, o assombro, são uma parte essencial e a característica da beleza.” Charles Baudelaire

Para quem está na fase de criar o novo, uma supreendente coleção de moda, design de objetos de decoração, ou um grande evento, uma festa para marcar e ficar na mente das pessoas esta semana é para aprofundar no seu íntimo e nestes feitos que podem te influenciar...

 

Observe estas proposições artísticas

 

 

  

 

Como lutar contra a falta de símbolos generalizada, onde cultivar o “sentido de belo”, sentido partilhado entre os homens, como intuitivamente sabemos?

 

Psicoterapia: “Transformar o agir em fazer”;

Semiótica:     Ressemantizar a vida trocando “os signos por gestos”

 Assim, diagnósticos se transformam em prognósticos.

 

 

 

 Sonhe em algo que você se identifica, um mar com um céu de cores inversas, uma chuva de estrelas, voar sobre a cidade, ou um vasto campo colorido repleto de flores perfumadas...

 

      Salte para o desconhecido...

 

 O surreal, o real e a imaginação sem fronteiras, sem regras sem rótulos ou preconceitos transformam em objetos, obras de arte que trazem muita satisfação e conforto no olhar e atrair outros olhares.

 

  

 

  A vestimenta feminina protege o corpo e adquire um sentido apenas quando está a vestindo. Guardiã do corpo da mulher, a vestimenta, ao mesmo tempo obstáculo e desejo de transgredir, é possível preencher seu papel de instaurador do sentido, onde o imaginário pode se exercer livremente até desenvolver a concepção ocidental de amor.

 No plano espacial que se espera na temporalidade, nesta visão imperfeita ou mais-que-perfeita sendo jamais perfeita, é apenas uma forma distanciada do tato, a mais profunda das sensações, onde e desenvolve a paixão do “corpo” e da “alma”, uma conjunção do sujeito e do objeto, conduzindo à esthésis. (emoção estética)

 O design dos objetos seria o modo de dar densidade à vida, de entrecortá-la de eventos “estéticos” partindo do funcional.  Será que é possível calcular os comportamentos e atitudes, e sintagmatizar (informações seqüenciais) tais cadeias de eventos?

 

 Estes “gostos socializados” que conduzem à usura as categorias estéticas levam a um caminho de espera, de esperança, expectativa.

 A vida na suas sucessivas esperas, ou virtualidades tensivas (do discurso e da história do sujeito)

 Pense numa linguagem poética, por exemplo; à prosódia das gastas línguas naturais que se superpõe um segundo ritmo, feito de esperas de tempos fortes, seguido de outras esperas terminando em esperas de esperas. Para passar do figurado ao próprio, nossas saudades, senão recordações de esperas abortadas.

 

 

 

 

 

São obras de alguém muito simples e concentrado em tudo o que faz. Artista premiado, livre de qualquer dogma...Você sabe quem é?

 

REFERÊNCIAS

 

GREIMAS, Algirdas Julien. Da Imperfeição. Hacker. São Paulo. 2002.

 TASSINARI, Albert. O espaço moderno. Cosac Naify. São Paulo. 2001.

 

Imagens: Net

 

CURRÍCULO: http://lattes.cnpq.br/4275569694226269

 

PATROCÍNIO 

   

 

 

 

 Respeite os direitos autorais de Érika Lee.

ACESSE: www.erikaylee.com.br

 



Escrito por Erika Lee às 14h50
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