Antropologismos
by Erika Lee
“A todos os que pretendem ainda falar do homem, de seu reino ou de sua liberação, a todos os que formulam ainda questões sobre o que é o homem em sua essência, a todos os que pretendem partir dele para ter acesso à verdade, a todos os que, em contrapartida, reconduzem todo conhecimento às verdades do próprio homem, a todos os que não querem formalizar sem antropologizar, que não querem mitologizar sem desmistificar, que não querem pensar sem imediatamente pensar que é o homem quem pensa, a todas essas formas de reflexão canhestras e distorcidas, só se pode opor um riso filosófico – isto é, de certo modo, silencioso” (M. Foucault, 1966). "O Pensador", escultura de Rodin. Kant já formulou na “Lógica” sua trilogia crítica, “que eu posso saber?”, “que devo fazer?”, “que me é permitido esperar?”. Já se discutiu uma quarta sugestão, “à sua custa, baby”. Esse pensamento nos persegue desde o século XIX, um misto moderno entre o empírico e o transcendental. Descansa o dogmatismo e falamos na Antropologia. Toda ciência humana considera-se uma mudança constante, como chegar à uma filosofia atual? Nietzshe reencontrou o ponto onde o homem e Deus pertencem um ao outro, onde a morte do segundo é o desaparecimento do primeiro, e onde a promessa do super-homem significa, antes de tudo, a iminência da morte do homem. Você vai morrer!!!!! deus Apollo, filho de Zeus. Como enfrentar a Filosofia contemporânea? Num vazio claro e radiante? Vamos pensar...recomeçar a pensar, se a descoberta do retorno é, realmente o fim da filosofia, concluímos que o fim do homem é o retorno do início da filosofia. Hoje se pensa no vazio do homem desaparecido, um vazio não escava uma carência, não prescreve uma lacuna a ser preenchida, não é mais nem menos que o desdobrar de um espaço onde, enfim, é de novo possível pensar. Desde que o homem descobriu que não liberou-se de si mesmo, que não era o centro do universo, nem no núcleo do espaço, não é mais soberano no mundo, as “ciências humanas” são perigosos intermediários nesse espaço de conhecimento. Se interrogar de um ponto de vista radicalmente filosófico o fundamento de empiricidades, ontologias regionais, que tentam definir o que são, em seu próprio ser, a vida, o trabalho e a linguagem; enfim esta dimensão se define como num cálculo matemático e exato através da formalização do pensamento. Até fundamentar é preciso contestar a origem das coisas. Michel Foucault, discute várias áreas (desde pensamento, militarismo, política e a manipulação do homem) com maestria. Prestar atenção nos “psicologismos”, “sociologismos” e “antropologismos”, é fácil perder-se no espaço do saber entre intermediários. As ciências humanas correm sério perigo, sua precariedade, sua incerteza como ciência pode facilmente ser confundida na linguagem filosófica. Um estatuto metafísico ou a indestrutível transcendência do homem, a complexidade da configuração epistemológica onde se acham colocadas, sua relação constante com as dimensões que conferem em seu espaço. REFERÊNCIAS FOUCAULT, Michel. As palavras e as coisas. Martins Fontes. São Paulo. 1995. IMAGENS: NET PATROCÍNIO 

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Escrito por Erika Lee às 15h29
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Desafio SENAI IV

Durante quatro dias, eles competiram no desenvolvimento, montagem e apresentação de um look, produzido a partir do tema ARQUITETURA NA MODA . O objetivo é estimular o desempenho e a agilidade e habilidade manual dos alunos no desenvolvimento de uma tarefa em pouco tempo. As peças produzidas serão apresentadas ao público e à comissão julgadora - composta por arquitetos, fotógrafos e estilistas convidados, em um desfile no dia 19, às 19 horas, no auditório Mário De Mari, no Cietep. Na ocasião, serão premiados o aluno de estilismo do Senai, a modelo da Zoom Models e o modelista da peça. No dia 16, a organização apresentou o conceito e o regulamento da competição aos alunos estilistas. No mesmo dia, os competidores apresentaram suas idéias, e foram avaliados por uma banca de professores do curso técnico. O tecido usado na produção é outro item definido pela organização fornecido pela Kalimo Têxtil. A banca selecionou os dez finalistas, que tiveram 16 horas para confeccionar o look. Os finalistas foram apresentados para as modelos da Zoom Agência de Modelos, e aos modelistas, previamente selecionados pela Organização. Já nos dias 18 e 19, das 8 horas às 17 horas, os finalistas confeccionaram a roupa, utilizando o tecido fornecido pela organização, no laboratório de costura do Senai Cietep. O evento conta também com o apoio do Sebrae/PR, Fábrica do Silk Estamparia, Senac e ARCruise Turismo, Sinditêxtil, Pix Photo, Ponnei e Silmar Alves. A final acontecerá no Auditório Mario de Mari no SENAI Cietep, Av. Comendador Franco, 1341. A Entrada é gratuita. Neste mesmo dia será realizada a comemoração dos 10 anos do Curso Técnico em Estilismo de Confecção Industrial. Fonte: Moda e Design PATROCÍNIO 

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Escrito por Erika Lee às 14h29
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