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VI Prêmio João Turin
by Erika Lee
JOÃO TURIN Em qualquer concurso de estilismo e design de moda precisamos compreender as seguintes diferenças: O traje de carnaval, o croqui conceitual e o croqui comercial. Um traje carnavalesco consiste em peça para simular um personagem (animais, objetos) sem o compromisso com equilíbrio, informação de maneira séria. Uma roupa fantasia pode ter exageros em brilhos, exposição do corpo e explosão de cores. Um tema a ser respeitado como exemplo; no carnaval da escola de samba como no Rio de Janeiro, já tem outra finalidade, deve ser seguido por sequência, ordem, cor e a pesquisa de cada escola. E na maioria das vezes o requisito de uma fantasia é trocar papéis, o pobre quer brilhar, e o rico quer sambar de chinelos.  Uma peça conceitual desenvolvido numa escola de design em moda constitui em traduzir sua pesquisa dentro do tema e conceito requisitado. Este pode ser mais elaborado, expressivo, porém sem sair da linha conceito e limitar a fronteira com o traje fantasia (exageros com materiais chamativos). Um dos finalistas do VI João Turin A roupa comercial permite através das inspirações do tema, pesquisa e o traje conceitual adaptar ao uso mais prático e funcional. Na sexta edição do Prêmio João Turin o tema lançado foi “Cataratas do Iguaçu”, um dos pontos turísticos do Paraná.  A avaliação para escolher os croquis corretamente: - Ausência de julgamento do gosto pessoal. - Imaginar o tema, quais imagens são mais populares. - Observar nos croquis a presença da releitura das imagens mais claras para a maioria das pessoas. - Avaliar os desenhos, materiais, texturas, cores e acabamento. - A criatividade bem resolvida já comunica em si a estética, aproveitamento da forma do corpo como suporte e a conquista do desafio em tirar do papel para a execução das roupas.  Traje Conceitual Traje Comercial  Gilmara Aparecida Liques, da Universidade Estadual de Ponta Grossa, foi a grande vencedora do 6º Prêmio João Turin de Incentivo a Novos Designers. O anúncio foi feito na noite desta sexta-feira, dia 29 de maio, após o desfile dos 12 finalistas da premiação, que subiram à passarela do 3º Paraná Business Collection, para mostrar todo o vigor do futuro da moda em nosso estado. Gilmara se inspirou em todas as belezas que fazem das Cataratas do Iguaçu uma das atrações para turistas e amantes da natureza. A força das águas, o colorido da flora e o exotismo da fauna, dádivas preservadas para a humanidade. Parabéns para a Universidade de Ponta Grossa que levou o Primeiro lugar neste ano. E aguardemos a VII edição. IMAGENS: RICARDO PACAK E NET PATROCÍNIO 
FÉRIAS DE JULHO... 
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Escrito por Erika Lee às 16h03
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Silmar Alves e Fabio Bartz
SILMAR ALVES E FABIO BARTZ Estes 2 nomes da III Edição do PBC foram quem apresentaram os trabalhos mais ricos em design conceito e evolução. Sem sair do tema de pesquisa, puxaram os detalhes preenchendo não apenas o corpo, mas o imaginário do público despertando curiosidades e deslumbramento. Estes dois estilistas têm diferentes públicos, estilos e olhares. Notem que os dois conseguiram mostrar exercícios de construção nas peças conceituais e comerciais sem perder a riqueza da linguagem. Contam sobre a beleza de terras, crenças e seus problemas em palavras cujos olhos não desviam sequer um momento. Intenso como o fogo, ou como a força do mar, o sublime atinge no ponto certeiro dos mais sensíveis olhares despertando desejos e inquietações.
SILMAR ALVES

Esta atmosfera de sonho surgiu na passarela de várias formas. Estava nos tingimentos naturais (café, canela etc.), nos paetês de couro recortados artesanalmente, nas tramas de tear manual e nas penas de galinha carijó. Mas também chegou coberta por preocupações pessoais do estilista. “A coleção também é um alerta para o desaparecimento da Ilha do Mel, por conta da elevação do nível da água dos oceanos”, lembrou Silmar Alves. Também sensibilizado com o descaso em relação à cultura indígena em nosso país, Silmar se apoderou de certas imagens para construir seu manifesto. Declaração na qual desfilaram imagens como os shapes “sereia” da coleção, traduzida em muitos vestidos drapeados e corsets de toques étnicos.
 O luxo pode ser representado com materiais simples, o efeito fica por conta da criatividade e talento do artista. Dos vestidos curtos aos longos, as formas bem sensuais sempre salientam a feminilidade e marcam o busto. Os materiais escolhidos para o desenvolvimento foram tule de malharia retilínea, algodão tinto naturalmente, franjas de viscose, bordados em pedrarias, incrustações de materiais em metal e fitas de cetim trabalhadas em forma de folhas. Trabalhos em tiras de couro (reaproveitamento) como fuxicos nos corseletes. O que desembocou em um clima de puro mistério. O que foi evidenciado pela forte robusta e misteriosa cartela cromática da coleção. Ao lado das variações de bege, surgiram marrons, preto e dourados, mescla que também faz referência às belezas da Ilha do Mel.  Silmar Alves estudou Arquitetura, curso que largou para se fixar em São Paulo, onde permaneceu por 12 anos. De volta a Curitiba em 1994, abriu a Vestiaria, academia de corte, costura e estilismo, onde ensinava tudo o que aprendeu em vários cursos. Desenvolveu uma linha de alfaiataria de Icarius de Menezes (hoje o gerente da Maison Lancetti, em Milão) e começou a lecionar nos cursos de moda no Senai-Curitiba, do qual faz parte do corpo de professores até hoje. Desfilou suas criações em eventos como Fenit (São Paulo) e tomou parte projetos como Dove Body Silk. Participou de todas as edições do Curitiba Fashion Art e do Paraná Business Collection. Sua característica maior é sua fonte de inspiração, o nosso querido Estado do Paraná. Fabio Bartz  Fabio Bartz deixou a Europa de lado e embarcou em uma aventura andina na coleção “Churitin Pachamama”, sempre voltado a produzir uma roupa que transcenda o simples ato de vestir, Bartz viajou longe e nas alturas, voltando seu olhar para 4 mil metros acima do nível do mar. É lá que ele encontrou um país andino de tradições milenares, tão próximo mas ao mesmo tempo tão desconhecido pelos brasileiros. Da idéia inicial de uma Bolívia cinza e melancólica, Bartz descobriu a alegria de um povo e uma surpreendente explosão de cores e ritmos.  Da Diablada de Oruro, onde a figura de um diabo repleto de brilhos e matizes é o protagonista de uma grande festa, surgiu o bloco de abertura da coleção. Desconstruindo a indumentária das comemorações, os looks foram recriados através da mistura de tradições católicas e crenças indígenas. O hábito de carregar todas as coisas em um grande tecido amarrado foi utilizado em nós que sustentam a estrutura da indumentária. A Ilha do Sol, em meio às águas do Titicaca; a construção dos templos incas, revelada nas duras formas geométricas e sinuosos babados presentes nas roupas; a mina do Cerro Rico, origem de toda a riqueza de Potosí; a feminilidade das Cholas, refletida em florais e tranças múltiplas; e a vida urbana nas cidades de La Paz e Sucre completaram o conjunto de imagens do Verão de Bartz
 Toda esta atmosfera de festa foi traduzida por Bartz através de cartela de cores focada no vermelho, amarelo, preto e branco, e trabalhada a partir de formas sinuosas e geométricas. Detalhes como estampas incas, bordados florais, franjas, babados e transparências apareceram equacionados a variedades do algodão trabalhadas em diferentes acabamentos e texturas (envernizados, paletizados, transparências e acetinados). O mix perfeito para a clientela jovem e fashionista do estilista.  Fábio Bartz é uma das grandes promessas da novíssima geração de estilistas brasileiros. Começou sua carreira por acaso, ao participar, e ser classificado como stylist para o projeto Novos Talentos da Semana de Moda (Casa de Criadores, São Paulo), em 2003. Em seguida, apresentou sua coleção “Identidade Brasileira” na Fenit (2005), em São Paulo, e no Paraná Fashion (edição de verão 2006), em Maringá. Bartz também é integrante do projeto Novíssima Geração Brasil 2005, organizado pela Alcântara Machado de São Paulo. Graduado em Moda pelo Senai-PR, trabalhou como stylist, assistente de criação para Korr Sportswear, e diretor criativo da marca TP [Tatuado na Pele], do Grupo MS, em Curitiba. Atualmente, desenvolve as linhas assinadas, exclusivas e de produção limitada: Fábio Bartz/Bartzland, que são comercializadas no Brasil e Argentina. IMAGENS: RICARDO PACAK PATROCÍNIO   
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Escrito por Erika Lee às 15h11
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ALL PURPOSE Para a moda masculina, esta sugestão é imperdível, moda de rua com personalidade, criatividade e dinamicidade. O público masculino que está sempre centrado em seu trabalho, não perde o estilo despojado e único. O tema desta coleção “Igual e Diferente”. O questionamento proposto pela grife teve um foco principal: como resistir aos apelos provocativos, que insistem em seduzir com cores, materiais e silhuetas? Como é possível manter a integridade de propósitos sem parecer estático e apático? A resposta já foi encontrada há décadas, e apareceu na passarela através da imbatível dupla “jeans e camiseta”. Trata-se do uniforme que ganhou novas interpretações, surgidas da personalidade e do estilo de vida de cada um.  Andar frenético e veloz... Tons escuros e neutros apareceram no jeans da marca, peças nas quais a sobriedade foi quebrada por acabamentos vintage, amassados, desgastados e velhos (mas com aparência limpa, ao mesmo tempo). Azuis foscos e pálidos, cansados e amarelados com o tempo, puros com luzes brancas (resultados do uso das melhores matérias primas, acompanhando os lançamentos do mercado mundial), foram mostrados juntamente com processos de lavanderia e pigmentações, que deixam a peça com um aspecto envelhecido, tornando-a macia e confortável. As estampas da coleção Verão 2010 da All Purpose vieram em tintas zero toque, tornando a roupa ainda mais leve, o que finaliza com perfeição as peças modeladas a partir dos padrões europeus, criações limpas e diferenciadas, produtos de lavanderias de ponta. No todo, o urbano foi mesclado com a alfaiataria, o casual alinhado ao sofisticado. Equação que também deus as caras nas camisetas, com cortes ergonômicos, costuras despojadas, listras exclusivas e todos os incrementos que deixam a peça única e inconfundível.
 Sobre a All Purpose Criada na cidade de Santo Antônio do Sudoeste, a All Purpose nasceu a partir de conversas entre amigos em mesas de bar. Desde a fundação, a idéia principal é apresentar roupas que unam espontaneidade, humor, irreverência e ousadia, conjunto normalmente refletido no trabalho diferenciado de estamparia desenvolvido pela grife. Atualmente, a marca é comercializada nas principais lojas do Sul do Brasil, além dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, e parte do Norte do país. RAFFER Outra marca masculina, com estilo elegante e mais conservador, a Raffer tem uma coleção limpa com sutis variações para o homem que mantém uma postura mais séria e objetiva. Andar elegante e tranqüilo.  Ar despojado pelo sapato e chapéu. Através de cores e materiais clássicos, a grife apostou em uma alfaiataria arrojada, que reúne refinamento, conforto e praticidade. Algodão, linho, lãs finas (variedades até o padrão super 170, que mantêm a temperatura do corpo) foram utilizados em costumes com cortes retos clássicos, além das silhuetas mais ajustadas. A peça-chave da estação é o paletó de dois botões, que apareceu com ar refrescado junto a demais clássicos do guarda-roupa masculino. Esta vibração tradicional renovada foi completada por cartela que soma tons de cinza, bege, caramelo e preto. Padrões xadrez, muitas riscas (algumas exclusivas) e os falsos lisos (maquinetados) completaram o pacote da Raffer.  Sobre a Raffer A Raffer nasceu em 1977, como uma pequena alfaiataria. Com o passar dos anos, transformou-se em uma grande empresa, contando, atualmente, com maquinário de última geração, 250 funcionários diretos, 7 lojas próprias e representantes em todos os estados brasileiros. Os produtos desenvolvidos e comercializados pela Raffer primam pela qualidade e pelo acabamento impecável. IMAGENS: RICARDO PACAK PATROCÍNIO 

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Escrito por Erika Lee às 17h12
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Lucia Figueredo Marca que cresce do interior do Paraná para os corpos femininos mais sensuais do país. Região quente e animada, a marca Lúcia Figueredo trouxe à mulher uma coleção deliciosa e veste seu público com sonhos e deixa seu perfume no ar. Verão 2010. 
Altas doses de feminilidade e sensualidade foram apresentadas através de vestidos e macacões com tecidos levíssimos, que resultaram em looks ultra-sexy, mas com toques de romantismo. Mescla conceitual trabalhada a partir de tecidos de perfeito caimento e total fluidez, como a seda. Os volumes surgiram em babados, camadas, apliques de flores de tecidos, bordados, pedrarias e aplicação de termocolantes e strass – seguindo uma vibração artesanal-moderna. Tudo em nome de uma profusão de vestidos, que vai do curto ao maxi-longo, construídos tanto em cores lisas, como em animal print e flores.  Os contrastes também tomaram forma na cartela de cores escolhida por Lucia Figueredo e sua equipe. Os tons nude e pastel (rosa claro, coral e rosé) foram alinhados aos eletrizantes pink, azul royal, amarelo citrus e dourado, além do imbatível preto. Gama de opções proposta para vestir mulheres de personalidade.  Sobre Lucia Figueredo A história da marca Lucia Figueredo se confunde com a de sua criadora, Lucia Figueredo Topan. Em 1979, aos 14 anos, Lucia teve o seu primeiro emprego numa fábrica de confecções, na pequena cidade de Japurá (interior do Paraná). O que a levou a outras atividades – vendedora de porta em porta e dona de loja, entre outras – até 1994, quando começou a fabricar seus produtos (com apenas três máquinas) e a comercializá-los na Lucinha Modas (loja aberta por ela em Japurá e especializada em moda feminina e masculina). O conforto, a criatividade e a versatilidade de sua produção deram visibilidade ao nome de Lucia. Um ano depois, ela partiu para Cianorte (um dos principais pólos da indústria da confecção no Sul do Brasil), onde abriu sua primeira loja para vender diretamente a compradores que vinham em grande número de excursão de todo o Brasil. Em 1997, a marca Lucia Figueredo passou a ser representada em vários estados do país, o que resultou na criação de uma segunda marca (Retrato Falado) e no crescimento até os números atuais: hoje, a empresa Lucia Figueredo produz 80 mil peças por mês, emprega diretamente 674 funcionários - e outros 1.500 indiretamente. A produção é feita internamente na unidade de Cianorte, apenas uma de um total de seis (localizadas nas cidades de Iracema do Oeste, Japurá, Braganey, Iguatu e Umuarama). A grife participou da primeira e da segunda edição do Paraná Business Collection (2007 e 2008).
PICNIC DELEFANTE O tema desta coleção é “Romantismo Country”. A estilista Isabel Shimizu Seghese, prova que simplicidade pode ter espaço para a moda do verão 2010. Estilo cool, brinca com o country e “ares” de menina. Esta coleção tem um tom da marca Maria Bonita Extra. Seu público são jovens que fazem o estilo fashion, culto e de bem com a vida. Bom humor e simplicidade delineiam sua marca.  Isabel optou por dois ingredientes em sua fórmula: o vasto imaginário country, mesclado a muito romantismo. Para alinhavar tudo, usou muitos toques retrô, equação que ganhou forma na passarela através de peças com modelagens diferenciadas, profusão de recortes e delicadeza. Vestidos curtíssimos, camisas floridas (tanto femininas quanto masculinas) e bolsas coloridas e divertidas foram trabalhadas em tricoline e algodão, materiais que proporcionam toque único a cada peça. Na cartela de cores, a Picnic Delefante apostou em contrastes, misturando verde água, o imbatível e moderníssimo branco, azul marinho e vermelho.  A marca Picnic Delefante surgiu em 2005 e, de lá para cá, passou a ser conhecida por sua diversidade de peças, mistura de estampas, tecidos, apliques e modelagens diferentes, tudo utilizado de uma forma romântica e divertida. Desde o início, a ideia da jovem estilista Isabel Shimizu Seghese é desenvolver coleções ligadas às mais quentes tendências de moda, arte e comportamento. De caráter artesanal, a grife se destaca pela criatividade e o acabamento impecável. IMAGENS: RICARDO PACAK PATROCÍNIO 

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Escrito por Erika Lee às 16h43
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II Dia do ciclo de palestras
“Você pode ser o que quiser” A editora de moda da revista Lófficiel, Silvana Holzmeister mostrou através de imagens e editoriais de moda a passagem do tempo e comportamento social no início da década de 90. O pessimismo foi crucial para o design atual. Editora de moda Silvana Holtmeizter DESEJO X REALIDADE A imagem em 1990 era experimental e bizarro (vanguarda) O corpo servia como suporte e a roupa como passaporte. A arte contemporânea começou a integrar junto à moda. O belo atrai pelas galerias de arte. Desde Salvador Dalí e Elsa Schiapareli no Surrealismo. Alexandre Herchcovitch chocava com convites de desfiles simulando pela imagem sua foto num caixão com flores fúnebres. Grandes fotógrafos foram citados como: Adolf Meyer, Cecil Beaton, Man Ray, Lee Miller, Irving Penn, Helmut Newton, todos que marcaram épocas distintas de beleza e comportamento. O mal estar (informática) da década de 90 repetiu o medo da década de 20 com o armamento bélico. Onde os excluídos se tornavam “cool”. O movimento “Heroína Chic” foi marcado com grande desemprego, sofrimento, solidão, mortes, suicídios, grupos suicidas (emo), overdoses. "Morte", 1995 I. Kaoru. Kate Moss, ícone da dec.90 A década de 2000 entra a cara da mulher saudável, divertida e de bem com á vida como a top Gisele Bündchen 
Gisele, sorridente, saudável e divertida. (2002) Uma moda contra tendência, cada um escolhe o que quer ser, une-se a um estilo resultando um supermercado de estilos.
Foto de P.Demarchelier, preto e branco, mas com movimento, herança da década de 90, com mais beleza. Steven Klein, 1997 Steven Klein para Madonna, 2008. repare que ele remete a herança da década de 90, mas proporciona mais cores e beleza em seus trabalhos mais atuais. Escolha seu estilo, afinal a moda é fruto da sociedade... Silvana descreve a revista Lófficiel como um periódico direcionado à fashionistas que sabem moda e pensam moda.
Silvana Holzmeister é editora- chefe da revista L´Officiel Brasil. Mestre em Moda, Cultura e Arte pelo Centro Universitário SENAC/SP, especialista em Moda e Comunicação pela Universidade Anhembi Morumbi, graduada em Jornalismo e Letras pela Universidade Federal do Espírito Santo e em Didática do Ensino Superior, pelo Centro Universitário Vila Velha. Editora de moda, durante 11 anos, do jornal A Gazeta, de Vitória, Espírito Santo. Criou e coordenou o curso superior em Moda: Criação e Gestão de Negócios e a pós-graduação em Moda do Centro Universitário Vila Velha/ Espírito Santo.
Imagens: Diego Piesante e Net PATROCÍNIO 

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Escrito por Erika Lee às 15h46
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I Dia do ciclo de palestras do PBC3
I Dia de palestras Ciclo de atualização em Moda A economista e consultora de negócios, Lidia Goldenstein apresentou uma análise dos fluxos financeiros pelo mundo, principalmente entre Brasil, Estados Unidos e a Ásia. Mensagens otimistas para os estudantes e estilistas presentes na palestra. Lidia Goldenstein
Partindo da década de 90, ela resgata o histórico econômico do país: Década de 90 -Controle da inflação - Grande ampliação do mercado consumidor Um círculo virtuoso x vicioso (crescimento importante) - mercado fechado, sem investimento O mercado aberto é para modernizar, informar, maquinário de última geração. - Revolução agrícola, com a cesta básica mais barata, resulta um maior poder aquisitivo da população. Desde este período 24% de crédito foi crescendo gradativamente que disparou em 2008 para 41%, chegando final de 2008 a R$45 bilhões.
Todos atentos às dicas e aos números... Com a valorização do Real, resultou em exportação de comodities o que fez despencar o preço. Na crise, os setores mais atingidos foram a madeireira, automobilística e metalúrgica. A indústria têxtil fica no intermediário. Sendo a alimentícia e dos transportes sem muita alteração. Consumir produto nacional custa mais caro que importar o produto chinês. Um incentivo negativo para o setor industrial nacional. Sendo que na China se fabrica produtos mais baratos e de boa qualidade. A China tem tecnologia e design atualmente. Como concorrer com eles? A crise no Brasil não foi a marola (Lula presidente) e nem um tsunami como foi esperado. - desacelerou, não havia crédito, desvalorizando o real. - em 2009 houve investimento de 22 bilhões, em 2008 o investimento foi de 45 bilhões. Com a economia aberta ainda há um controle na inflação, assim temos concorrência. Neste cenário, quebrar a espinha dorsal da economia com a queda dos juros, a taxa SELIC caiu 35% em 1999 para 10% em 2009. - Intensifica globalização - Manutenção em empresas, universidades e as indústrias para garantir preços.
Lídia Goldenstein é formada pela Universidade de São Paulo e Doutora pela Universidade de Campinas. Foi analista do SEADE, pesquisadora do CEBRAP e comentarista de vários programas de TV. Exerceu o cargo de assessora econômica da Secretaria de Economia e Planejamento do Estado do Rio de Janeiro, da Secretaria de Planejamento do Estado de São Paulo, além de assessora da presidência do BNDES. É autora de artigos e pesquisas sobre questões político-econômicas e do livro Repensando a Dependência. IMAGENS: DIEGO PIESANTE PATROCÍNIO 

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Escrito por Erika Lee às 14h25
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I Dia do PBC 3
Eis momentos dos desfiles do III Paraná Business Collection. O primeiro desfile da semana de moda do PBC III (Paraná Business Collection) foi o de Jefferson Kulig. Luxo e tecnologia é sua marca registrada. Materiais como borracha, cortes à laser, tafetá tecnológico, estampas exclusivas tendência internacional e estamparia. Para um público inteligente e versátil, diversas sugestões estão nas passarelas de Jefferson. “Minha inspiração são mulheres culturalmente globalizadas e intelectuais. Mulheres que flutuam entre as mais diversas áreas do conhecimento e têm o poder de assimilar o conteúdo da coleção, entendendo os vieses através dos quais ela se constrói”, esclarece Jefferson.  A novidade desta coleção são os vestidos de noite com bordados e aplicações metálicas nos vestidos. A coleção de Jefferson é famosa pelas capitais de moda brasileira e em Paris, França. Jefferson Kulig As formas mais exploradas foram as saias em modelagem A, sereia, sobreposições de peças e materiais. Bordados em silicones, caimentos inovadores e instigantes. Misturas étnicas com mangas modernas e cintos obis. Golas altas valorizam o olhar e enchem de expressão a “mulher-kulig”. Ar romântico nas peças rosa e transparente. Modelagem assimétrica resulta dinamicidade e movimento nas roupas. Os bordados estampam e misturam nas ondas de veludo com acabamento impecável. As cores flutuam entre tons de azul, gelo, bege, preto, azul holográfico, e rosa. Os sapatos têm um trabalho exclusivo entre tubos de metal, tiras em silicone e borracha. Entre scarpins e botas recortadas, um show de inovação e tecnologia. Lafort O verão da tradicional marca paranaense Lafort transpira no verão 2010, “Impressões Digitais”, identidade única que desenha a mulher lafort. A Lafort desenvolve nesta coleção jacquards e estampas em harmonia com as estruturas. Referências no colorido anos 80, as peças compõem modelagens amplas como macacões e blusas contrastando vestidos em trabalhosos bandages realçando o corpo. A marca é destaque pela versatilidade no moderno e despojado tricô e a alfaiataria elegante e poderosa.  As formas são bem exploradas, o macacão brinca com formas naturais do corpo e drapeados em metais ganhando ares despojados e elegantes. Golas volumosas que destacam o rosto, aproveitamento das tiras em sedas é um show de exemplo na criatividade (efeito glamouroso). Variações nas blusas de um ombro só, sensualidade nas saias balonê, modelagem contínua com ondas que abraçam as costas, impecável alfaiataria, fluidez, costas a mostra com sutileza e malhas com trabalhos delicados de resultado surpreendente. As cores seguem os tons de tendência; branco, nude, rosa, verde, khaki, laranja, dourado, turquesa, azul e preto. Materiais; babados, metais dourados, elastano, malharia, paetê, sedas, botões e viscolycra.
 Lea Okamoto, a estilista e Irit Czerny, a empresária da marca. IMAGENS: RICARDO PACAK PATROCÍNIO 

ACESSE: www.erikaylee.com.br e confira o histórico destas 2 marcas paranaenses!
Escrito por Erika Lee às 14h09
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